{"id":1255,"date":"2016-12-01T11:53:02","date_gmt":"2016-12-01T11:53:02","guid":{"rendered":"http:\/\/arte351.pt\/art\/?p=1255"},"modified":"2016-12-08T12:13:16","modified_gmt":"2016-12-08T12:13:16","slug":"o-livro-de-sao-sebastiao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/arte351.pt\/art\/2016\/12\/01\/o-livro-de-sao-sebastiao\/","title":{"rendered":"O LIVRO DE S\u00c3O SEBASTI\u00c3O"},"content":{"rendered":"<figure class=\"thumbnail wp-caption alignleft\" style=\"width: 260px\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Bruno-Vilela_Fabiola_oleo-s-tela_180x140cm_2016.jpg\" width=\"250\" height=\"574\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Fabiola &#8211; Bruno Vilela<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Anita Schwartz Galeria de Arte, G\u00e1vea, Rio de Janeiro, RJ, apresenta a partir de 14 de dezembro pr\u00f3ximo a exposi\u00e7\u00e3o \u201cO livro de S\u00e3o Sebasti\u00e3o\u201d, com trabalhos in\u00e9ditos e feitos especialmente para o espa\u00e7o da galeria pelo artista pernambucano Bruno Vilela, que desde 2001 \u00e9 atuante na cena nacional e internacional. Ser\u00e3o apresentadas 15 pinturas, das quais sete \u00f3leos sobre tela e oito trabalhos sobre papel, nos quais Bruno Vilela utiliza diversas t\u00e9cnicas, desde a sobreposi\u00e7\u00e3o da tinta \u00f3leo ao pastel seco e carv\u00e3o, ao uso da folha de prata. As obras d\u00e3o sequ\u00eancia \u00e0 pesquisa do artista sobre arqu\u00e9tipos e mitologias, em que desta vez se aprofunda no universo judaico-crist\u00e3o e no hermetismo.<br \/>\n\u201cPintar \u00e9 uma maneira de reproduzir as imagens do inconsciente em uma tela. Na impossibilidade de se fotografar sonhos e pesadelos, \u00e9 poss\u00edvel entrar em estado de sonho atrav\u00e9s da pintura\u201d, conta Bruno Vilela, que aborda o universo on\u00edrico, e investiga mem\u00f3rias ancestrais e pessoais. \u201cEsta exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 como um livro. Seus textos foram perdidos. Mas suas ilustra\u00e7\u00f5es sobreviveram\u201d, diz ele.<\/p>\n<p>Artista que passa at\u00e9 onze horas no ateli\u00ea, Bruno Vilela foi tema de um epis\u00f3dio da s\u00e9rie \u201cSe Cria Assim\u201d, do cineasta Cl\u00e1udio Assis, dirigido por Beto Brant. Com 26 minutos de dura\u00e7\u00e3o. O filme exibido este ano no canal Arte 1 ser\u00e1 projetado no cont\u00eainer localizado no terra\u00e7o da galeria. Al\u00e9m de dois livros de artista \u2013 \u201cAnimattack\u201d (2014) e \u201cV\u00f4o Cego\u201d (2010) \u2013 Bruno Vilela estreou ano passado na fic\u00e7\u00e3o, com o romance \u201cA sala verde\u201d, escrito ap\u00f3s 70 dias cumprindo resid\u00eancia art\u00edstica no Pal\u00e1cio do Marqu\u00eas de Pombal, em Lisboa, a convite da institui\u00e7\u00e3o Carpe Diem Arte e Pesquisa. A publica\u00e7\u00e3o de 166 p\u00e1ginas, que inclui pinturas e montagens feitas pelo artista, estar\u00e1 \u00e0 venda na galeria, durante o per\u00edodo de exposi\u00e7\u00e3o, por R$ 35,00.<\/p>\n<p>A cada s\u00e9rie de trabalho Bruno Vilela usa um caderno onde anota ideias, o que l\u00ea, filmes que assiste, com o registro daquele per\u00edodo e produ\u00e7\u00e3o. Ele colocar\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do p\u00fablico para leitura e manuseio o caderno que acompanha este trabalho \u201cO livro de S\u00e3o Sebasti\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Obras<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A exposi\u00e7\u00e3o segue uma narrativa misteriosa em muitas medidas, ap\u00f3s estudo do espa\u00e7o da galeria, para dispor seus trabalhos de acordo com esta narrativa, dividida em cinco cap\u00edtulos. As obras ocupam o grande piso t\u00e9rreo, a escada, e o segundo andar. No diagrama feito pelo artista, ele comenta cada trabalho. A seguir, um resumo desses coment\u00e1rios:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Cap. 1)<\/strong><\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption aligncenter\" style=\"width: 685px\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Bruno-Vilela_O_div%C3%A3_115x155cm_oleo-e-carvao_s-papel_2016.jpg\" width=\"675\" height=\"491\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">O Div\u00e3 &#8211; Bruno Vilela<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Div\u00e3 (2016, \u00f3leo e carv\u00e3o s\/ papel, 115cm x 150cm) \u2013 Uma vis\u00e3o da sala de Freud e seu div\u00e3. Para mim os sonhos e pesadelos s\u00e3o uma esp\u00e9cie de teatro, ou cinema fant\u00e1sticos. Hiperfant\u00e1sticos. O realismo m\u00e1gico na pele. Com a pr\u00e1tica \u00e9 poss\u00edvel ter cada vez mais consci\u00eancia durante os sonhos e aumentar o poder de mem\u00f3ria de suas \u201ccenas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fio de prata (2016, \u00f3leo s\/ tela, 90cm x 200cm) \u2013 J\u00e1 houve o descolamento do corpo com o esp\u00edrito. A alma entra na escurid\u00e3o e fundo se avista a floresta do subconsciente. Um salto no vazio. A lua aparece no lugar da cabe\u00e7a. \u00c9 a luz para iluminar a escurid\u00e3o da noite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mois\u00e9s (2016, \u00f3leo e pastel seco sobre papel, 60cm x 80cm) \u2013 Uma luz sai de uma fenda na montanha. \u00c9 o Monte Sinai. Refer\u00eancia ao momento em que Mois\u00e9s v\u00ea a Sar\u00e7a ardente e conversa com Deus. Tem alguma coisa l\u00e1 longe na paisagem. O que tem dentro daquela fenda? Daquela caverna?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Virgem dos Rochedos (2016, \u00f3leo sobre tela, 189,5cm x 120cm) \u2013 Lembran\u00e7a da pintura de Da Vinci vista na National Gallery, em Londres. N\u00e3o se v\u00ea os seres encantados, s\u00f3 suas aur\u00e9olas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Cap. 2)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria (2016, \u00f3leo e carv\u00e3o sobre papel, 65cm x 80cm) \u2013 Maria. Os ossos sagrados que nunca desaparecem. O \u00fatero \u00e9 a caverna escura e a aur\u00e9ola o s\u00edmbolo da santidade que brilha na sombra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fab\u00edola (2016, \u00f3leo s\/tela, 180cm x 140cm) \u2013 O amor de S\u00e3o Sebasti\u00e3o est\u00e1 na exposi\u00e7\u00e3o frente a frente com o urso, na mesma altura dos olhos encarando o animal. Ela n\u00e3o tem os dois dedos, indicador e m\u00e9dio, fundamentais para um arqueiro. Os franceses arrancavam os dois dedos dos arqueiros ingleses. Por isso, levantar esses dois dedos na Inglaterra, \u00e9 uma ofensa. J\u00e1 os ingleses arrancavam o dedo m\u00e9dio dos arqueiros franceses. Da\u00ed surgiu o gesto de levantar o dedo!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Sebasti\u00e3o (2016, \u00f3leo s\/tela, 140cm x 190cm) \u2013 O urso. A resili\u00eancia. Foi flechado e n\u00e3o morreu. Foi um dos personagens centrais do romance \u201cFab\u00edola\u201d (\u201cA Igreja das Catacumbas\u201d), escrito em 1854 pelo Cardeal Nicholas Wiseman. Na minha desconstru\u00e7\u00e3o do mito o urso acha que foi flechado, mas n\u00e3o foi. Ele criou seu pr\u00f3prio sofrimento. A explica\u00e7\u00e3o est\u00e1 na arqueira, Fab\u00edola, que n\u00e3o tem os dedos indicador e m\u00e9dio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Anjo (2016, carv\u00e3o sobre papel, 92cm x 114cm) \u2013 Existem muitas refer\u00eancias a discos voadores na B\u00edblia. E uma vasta pesquisa em diversos livros como no cl\u00e1ssico: \u201cEram os Deuses Astronautas?\u201d, de Erich von D\u00e4niken.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Cap. 03)<\/strong><\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption aligncenter\" style=\"width: 685px\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Bruno-Vilela_O_pontifice_oleo-s-tela_90x130cm_2016.jpg\" width=\"675\" height=\"498\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">O Pont\u00edfice &#8211; Bruno Vilela<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paradise Lost (2016, \u00f3leo e pastel seco sobre papel, 80cm x 110cm) \u2013 \u201cPara\u00edso Perdido\u201d, escrito por John Milton, originalmente publicado em 1667 em dez cantos. O poema descreve a hist\u00f3ria crist\u00e3 da \u201cqueda do homem\u201d, atrav\u00e9s da tenta\u00e7\u00e3o de Ad\u00e3o e Eva por L\u00facifer e a sua expuls\u00e3o do Jardim do \u00c9den. Uso a imagem das placas Pioneer, que foram colocadas a bordo das naves espaciais Pioneer 10 (1972) e Pioneer 11 (1973), com uma mensagem pict\u00f3rica que possa ser interceptada por vida extraterrestre ou at\u00e9 mesmo humanos do futuro. As placas mostram as figuras nuas de um homem e uma mulher. Na minha mitologia pessoal fazem o papel de Ad\u00e3o e Eva. Atr\u00e1s vemos a \u00e1rvore da Ci\u00eancia do Bem e do Mal (\u201cG\u00eanesis\u201d 3:22).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Red Right Hand (2016, \u00f3leo sobre tela, 150cm x 120cm) \u2013 A mulher com a espada \u00e9 a vers\u00e3o feminina do Arcanjo Gabriel. \u201cRed Right Hand\u201d \u00e9 uma m\u00fasica de Nick Cave baseada num texto de John Milton, \u201cParadise Lost\u201d (1667). A m\u00e3o vingativa de Deus. O Arcanjo em forma de mulher. A unha da m\u00e3o vermelha \u00e9 branca, e a unha da m\u00e3o branca \u00e9 vermelha. Yin &amp; Yang circulando no corpo. A bengala \u00e9 de preto velho. Para Milton, antes de serem expulsos, Ad\u00e3o e Eva receberam uma revela\u00e7\u00e3o do Arcanjo Gabriel sobre o horror que o homem cometeria ao longo da hist\u00f3ria da humanidade.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignright\" style=\"width: 229px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Bruno-Vilela-A_escada_de_Jaco_80x60cm_acrilica-e-carvao-s-papel_2016.jpg\" width=\"219\" height=\"750\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">A Escada de Jaco<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Pont\u00edfice (2016, \u00f3leo e folha de prata sobre tela, 90 cm x 130 cm) \u2013 A Ponte do Diabo ou Ponte Mizarela, localizada na fronteira de Portugal com a Espanha, na Serra do Ger\u00eas. Segundo o mito um fugitivo da justi\u00e7a se v\u00ea aos p\u00e9s de um penhasco, onde abaixo passava um rio cheio de pedras. Apelou para o Diabo que construiu a ponte, em troca lhe ofereceu a alma. Depois de escapar, a ponte \u00e9 derrubada pelo dem\u00f4nio e seus perseguidores n\u00e3o podem lhe pegar mais. Depois do ocorrido, aflito pelo que fez, o ladr\u00e3o pede a ajuda de um padre. Esse o faz invocar novamente o criador da ponte. E lhe pede que a construa novamente. Ele faz sua vontade e levanta a ponte. Ent\u00e3o surge o padre lhe joga \u00e1gua benta, fazendo o anjo do mal desaparecer. A ponte foi constru\u00edda pelo Diabo, mas mantida pelo emiss\u00e1rio de Deus. O padre, O Pont\u00edfice. Que como Merc\u00fario, Hermes, Exu e P\u00e3, faz a liga\u00e7\u00e3o entre o mundo dos mortais e o Divino. A ponte simboliza essa passagem. A aureola \u00e9 feita de folha de prata, forma o s\u00edmbolo do infinito, ou a fita de M\u00f6ebius, junto com o v\u00e3o da ponte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Dil\u00favio (2016, \u00f3leo sobre tela, 110cm x 140cm) \u2013 O Fechamento. A balsa de salvamento \u00e9 arremessada ao mar e o barco naufraga. No fundo vem vindo a tempestade, que j\u00e1 molha a tela, a vis\u00e3o do observador, com o escorrido da tinta. Representa O Homem, Ad\u00e3o e Eva, a humanidade. Expulsos do para\u00edso perdido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Cap. 04)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A escada de Jac\u00f3 (2016, carv\u00e3o s\/ papel, 80cm x 60cm) \u2013 Esta obra fica na escada da galeria e faz a ponte entre o t\u00e9rreo e o segundo andar. O espectador v\u00ea e sente a passagem na pr\u00f3pria escada que est\u00e1 prestes a subir para encontrar as duas \u00faltimas obras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Cap. 05)<\/strong><\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption aligncenter\" style=\"width: 685px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Bruno-Vilela_Sao_Sebastiao_oleo-s-tela_150x200cm_2016.jpg\" alt=\"S\u00e3o Sebasti\u00e3o - Bruno Vilela\" width=\"675\" height=\"519\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">S\u00e3o Sebasti\u00e3o &#8211; Bruno Vilela<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Terra (2016, carv\u00e3o mineral e folha de ouro s\/papel, 140cm x 115cm) \u2013 Do p\u00f3 ao p\u00f3. A lembran\u00e7a do mundo cl\u00e1ssico grego no jarro de cer\u00e2mica. A terra presente no jarro \u00e9 eterna, como os ossos, nunca desaparece. De dentro sai flutuando, com o mesmo di\u00e2metro da boca do jarro, a serpente. Ouroborus. Aquela que se arrasta pela terra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O C\u00e9u (2016, carv\u00e3o mineral e folha de ouro s\/papel, 140cm x 115cm) \u2013 No livro sagrado do hermetismo, o \u201cCaibalion\u201d, o primeiro e mais importante dos sete preceitos herm\u00e9ticos \u00e9:\u201d O todo \u00e9 mente. O Universo \u00e9 mental\u201d. A Deusa tem o rosto solar. O Sol \u00e9 representado pelo ouro em diversas civiliza\u00e7\u00f5es. A pedra filosofal dos hermetistas, que se disfar\u00e7avam de alquimistas (qu\u00edmicos de suas \u00e9pocas), transformava metais pesados em ouro. Mas isso era uma met\u00e1fora pra transformar sentimentos e mentes primitivas e vulgares em luz atrav\u00e9s do conhecimento. O ouro, o sol, a luz, s\u00e3o o conhecimento divino. Na arte herm\u00e9tica e alqu\u00edmica o sol \u00e9 representado pela figura humana de um homem ao lado de uma mulher com a lua no rosto. Aqui eu subverto essa imagem cl\u00e1ssica do misticismo e fecho essa hist\u00f3ria, n\u00e3o linear, fruto de um sonho, simb\u00f3lica e espiritual, com as \u00faltimas palavras de William Turner no leito de morte: \u201cDeus \u00e9 o Sol\u201d.<\/p>\n<p><strong>Sobre o artista<\/strong><\/p>\n<p>Bruno Vilela nasceu em Recife, 1977, onde vive e trabalha. O artista participa de mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior deste 2001. Seu trabalho integra cole\u00e7\u00f5es como a do Centro Cultural S\u00e3o Paulo, Banco Mundial, em Washington, Centro Drag\u00e3o do Mar, e Centro Cultural do Banco do Nordeste, em Fortaleza, Museu de Arte Moderna Alu\u00edsio Magalh\u00e3es (MAMAM), Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco e Museu do Estado de Pernambuco, em Recife. Das exposi\u00e7\u00f5es individuais realizadas, destacam-se \u201cA Sala Verde\u201d, Pal\u00e1cio Pombal, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa\/Portugal, \u201cELA\u201d, Drag\u00e3o do Mar, Fortaleza, em 2015; \u201cDia de festa \u00e9 v\u00e9spera de dia de luto\u201d, Pa\u00e7o das Artes, S\u00e3o Paulo, em 2013; \u201cO C\u00e9u do C\u00e9u\u201d, Museu do Estado de Pernambuco, Recife, em 2009; \u201cBibbdi Bobbdi Boo\u201d, Galeria Massangana, FUNDAJ, Recife, em 2008; \u201cR\u00e9quiem sobre papel\u201d, Museu Murilo La Greca, Recife, em 2006. Dentre as coletivas selecionadas, est\u00e3o \u201cOrix\u00e1s\u201d Casa Fran\u00e7a Brasil, Rio de Janeiro, 2016; \u201cArt from Pernambuco\u201d, Embaixada do Brasil, Londres, 2015; \u201cNew Brasil Bolivia Now\u201d, Memorial da Am\u00e9rica Latina, S\u00e3o Paulo, 2013; \u201cMetr\u00f4 de superf\u00edcie\u201d, Pa\u00e7o das artes, S\u00e3o Paulo, 2012; \u201cWorld Bank Art Program\u201d, Washington, e \u201cJogos de guerra\u201d, Caixa Cultural Rio de Janeiro, 2011; \u201cInvestiga\u00e7\u00f5es Pict\u00f3ricas\u201d, MAC Niter\u00f3i, 2009, 58\u00ba Sal\u00e3o de Arte Contempor\u00e2nea do Paran\u00e1, MAC, Curitiba, e Pr\u00eamio Internacional de Pintura de Macau, IMM, Macau, China, 2001.<\/p>\n<p><em><strong>De 14 de dezembro a 04 de mar\u00e7o de 2017.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><em><a href=\"https:\/\/arte351.pt\/art\/category\/colunistas-2\/colunistas\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-398\" src=\"https:\/\/arte351.pt\/art\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/avatar_renato_rosa-300x300.jpg\" alt=\"avatar_renato_rosa\" width=\"80\" height=\"80\" srcset=\"https:\/\/arte351.pt\/art\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/avatar_renato_rosa-300x300.jpg 300w, https:\/\/arte351.pt\/art\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/avatar_renato_rosa-150x150.jpg 150w, https:\/\/arte351.pt\/art\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/avatar_renato_rosa.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 80px) 100vw, 80px\" \/><\/a><\/em><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><em><a href=\"https:\/\/arte351.pt\/art\/category\/colunistas-2\/colunistas\/\">Coluna &#8211; <b class=\"gmail_sendername\">Renato Rosa<\/b><\/a><\/em><\/h5>\n<div>\n<h5 style=\"text-align: justify;\">Renato Rosa, brasileiro, S\u00e3o Gabriel, RS, Brasil, 1946. Marchand, pesquisador, editor do jornal cultural O PARALELO do site <a href=\"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\" target=\"_blank\">www.bolsadearte.com\/<wbr \/>oparalelo<\/a>, co-autor do \u201cDicion\u00e1rio de Artes Pl\u00e1sticas no Rio Grande do Sul\u201d, (2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2000, esgotada) Editora da Universidade\/UFRGS.<\/h5>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Anita Schwartz Galeria de Arte, G\u00e1vea, Rio de Janeiro, RJ, apresenta a partir de 14 de dezembro pr\u00f3ximo a exposi\u00e7\u00e3o \u201cO livro de S\u00e3o Sebasti\u00e3o\u201d, com trabalhos in\u00e9ditos e feitos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":34415,"featured_media":1256,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-1255","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-colunistas"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - 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