{"id":4904,"date":"2021-05-02T11:21:55","date_gmt":"2021-05-02T11:21:55","guid":{"rendered":"https:\/\/arte351.pt\/art\/?p=4904"},"modified":"2021-05-02T11:21:55","modified_gmt":"2021-05-02T11:21:55","slug":"13-artistas-que-eternizaram-as-suas-maes-em-obras-de-arte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/arte351.pt\/art\/2021\/05\/02\/13-artistas-que-eternizaram-as-suas-maes-em-obras-de-arte\/","title":{"rendered":"13 artistas que eternizaram as suas m\u00e3es em obras de arte"},"content":{"rendered":"<h2>De Rembrandt a Van Gogh, selecionamos treze artistas que pintaram suas m\u00e3es, para celebrarmos este primeiro domingo de maio.<\/h2>\n<p>O dia das m\u00e3es \u00e9 uma data celebrada no mundo todo, entretanto em datas diferentes. Em Portugal, o Dia das M\u00e3es come\u00e7ou por ser comemorado a 8 de dezembro, tamb\u00e9m conhecido como o dia da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, e ainda hoje h\u00e1 quem prefira celebrar nessa data. A data foi alterada para o primeiro domingo de maio na d\u00e9cada de 1970. Junto com Portugal, somam-se os pa\u00edses Litu\u00e2nia, Hungria, Cabo Verde, Espanha, Mo\u00e7ambique, Angola e S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, que celebram o dia das m\u00e3es nessa data.<\/p>\n<p>No segundo domingo de maio, a lista de pa\u00edses que comemoram \u00e9 maior: \u00c1frica do Sul, Austr\u00e1lia, B\u00e9lgica, Brasil, Chile, China, Col\u00f4mbia (exceto na cidade de C\u00facuta), Dinamarca, Alemanha, Est\u00f4nia, Panam\u00e1,Gr\u00e9cia, It\u00e1lia, Jap\u00e3o, Canad\u00e1, Cuba, Pa\u00edses Baixos, Nova Zel\u00e2ndia, \u00c1ustria, Peru, Su\u00ed\u00e7a, Formosa, Turquia, EUA, Venezuela, Finl\u00e2ndia, Hong Kong e Let\u00f4nia.<\/p>\n<p>A mais antiga comemora\u00e7\u00e3o do dia das m\u00e3es \u00e9 mitol\u00f3gica. Na Gr\u00e9cia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a <a href=\"https:\/\/arte351.pt\/art\/2016\/06\/20\/critica-minha-mae-ou-os-bastidores-do-cinema\/\">M\u00e3e<\/a> dos Deuses. &#8220;<em>Uma festividade derivada do costume de adorar a m\u00e3e, na antiga Gr\u00e9cia. A adora\u00e7\u00e3o formal da m\u00e3e, com cerim\u00f4nias para Cibele ou Rhea, a Grande M\u00e3e dos Deuses, era realizada nos idos de mar\u00e7o, em toda a \u00c1sia Menor.<\/em>&#8220;, segundo a Enciclop\u00e9dia Brit\u00e2nica.<\/p>\n<p>Independente da regi\u00e3o ou data em que se comemora, um dos meios utilizados para eternizar e homenagear as m\u00e3es, seja pelo talento ou pela aus\u00eancia de m\u00e1quina fotogr\u00e1fica, \u00e9 a pintura. Por isso, selecionamos treze artistas que retrataram suas m\u00e3es e nos presenteiam com essas belas pinturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>1- Frida Kahlo, Retrato de Do\u00f1a Rosita Morillo (1944)<\/h2>\n<p><span>A saudade que Frida sentia do carinho da m\u00e3e se transformou em um desejo intenso pela proximidade de pessoas, plantas, animais e objetos pr\u00f3ximos a ela. Uma das express\u00f5es mais comoventes da necessidade de afeto de Frida pode ser vista do Retrato de Do\u00f1a Rosita Morillo Safa, cuja modelo \u00e9 a m\u00e3e do mais importante colecionador das obras de\u00a0<\/span>Frida <span>durante sua vida. Uma bela pintura para o dia das m\u00e3es!<\/span><\/p>\n<p><span>A pintura traz um realismo refinado, que Frida aperfei\u00e7oou no decorrer da d\u00e9cada de 1940. Ela retrata uma av\u00f3 s\u00e1bia e gentil com tantos detalhes que at\u00e9 parece que poder\u00edamos toc\u00e1-la. A artista dedicou aten\u00e7\u00e3o especial ao cen\u00e1rio ao redor da modelo: as\u00a0<\/span>plantas<span>\u00a0ao fundo e o cacto (com os espinhos ilustrados com exatid\u00e3o). At\u00e9 mesmo os fios de cabelo que escapam da tran\u00e7a de Do\u00f1a Rosita s\u00e3o capturados com exatid\u00e3o. Embora sua modelo seja uma mulher idosa, Frida enfatiza o senso de for\u00e7a f\u00edsica por meio dos tra\u00e7os das m\u00e3os que seguram as agulhas de tric\u00f4 com firmeza.<\/span><\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 488px\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/lh5.ggpht.com\/NcavBoOtNFoS0LdLiG6kkWVRevFP8VgoEjyIfKfhpn7rVWI6ElSvEdaYHAPK=s1200\" width=\"478\" height=\"601\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Frida Kahlo, &#8220;Retrato de Do\u00f1a Rosita Morillo&#8221;, 1944, \u00d3leo sobre masonite<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>2 &#8211; Rembrandt, <span>Uma velha chamada &#8216;A M\u00e3e do Artista&#8217; (<\/span><span class=\"collection-object-header-area__date\"><span>1627-29)<\/span><\/span><\/h2>\n<p>Rembrandt costumava usar sua m\u00e3e, Neeltgen Willensdr, como modelo no in\u00edcio de sua carreira tanto em pinturas quanto em gravuras, mas n\u00e3o estritamente em termos de retratos convencionais. &#8216;A M\u00e3e do Artista&#8217; \u00e9 um estudo sobre a velhice de um jovem aspirante a pintor que rapidamente ganhou reputa\u00e7\u00e3o por esse tipo de trabalho antes de se mudar para Amsterd\u00e3 para desenvolver sua carreira como retratista e pintor de hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>A figura usa um capuz ex\u00f3tico roxo profundo com um manto de pele sobre um vestido escuro culminando em uma camisa branca bordada. O tom da pintura \u00e9 sombrio, mas \u00e9 compensado pela palidez de pergaminho da pele, a cor da camisa e o bordado amarelo do capuz. Esta pintura vai al\u00e9m da imita\u00e7\u00e3o real\u00edstica da velhice para se tornarem exerc\u00edcios de imagina\u00e7\u00e3o que incorporam o uso de roupas e efeitos de ilumina\u00e7\u00e3o v\u00edvidos.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 495px\"><img decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.hungertv.com\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/rembrandt.jpg\" width=\"485\" height=\"625\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Rembrandt, &#8220;An old Woman called &#8216;The Artist&#8217;s Mother'&#8221;, c.1627-9, Oil on panel\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>3 &#8211; Albrecht D\u00fcrer, Retrato de Barbara D\u00fcrer, nascida Holper<\/h2>\n<p>Duerer pintou sua m\u00e3e antes de partir para suas viagens como jornaleiro. O retrato do pai serviu de pendente. Ambos os pain\u00e9is permaneceram propriedade pessoal de Duerer at\u00e9 sua morte. Em 1628, os Medici adquiriram o retrato do pai para sua cole\u00e7\u00e3o. O retrato da m\u00e3e, n\u00e3o identificado como tal at\u00e9 1979, n\u00e3o recebeu a mesma alta estima dos colecionadores, pois carecia do virtuosismo das obras posteriores de Duerer. \u00c9 a primeira pintura de Duerer, claramente influenciada, nesta \u00e9poca, por seu professor Wolgemut.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s sua morte, seu filho em luto escreveu:<\/p>\n<blockquote><p>Minha piedosa M\u00e3e deu \u00e0 luz e criou dezoito filhos; ela freq\u00fcentemente tinha peste e muitas outras doen\u00e7as severas e estranhas, e sofreu grande pobreza, desprezo, desprezo, palavras zombeteiras, terrores e grandes adversidades. No entanto, ela n\u00e3o tinha mal\u00edcia. Ela temia muito a morte, mas disse que, para vir diante de Deus, n\u00e3o temia. Ela tamb\u00e9m morreu muito, e notei que ela viu algo terr\u00edvel, pois pediu a \u00e1gua benta, embora, por muito tempo, ela n\u00e3o tivesse falado. Imediatamente depois, seus olhos se fecharam. Eu tamb\u00e9m vi como a morte atingiu seus dois grandes golpes no cora\u00e7\u00e3o, e como ela fechou a boca e os olhos e partiu com dor. Repeti para ela as ora\u00e7\u00f5es. Fiquei t\u00e3o triste por ela que n\u00e3o consigo expressar. Deus seja misericordioso com ela.<\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 485px\"><img decoding=\"async\" class=\"size-large\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/0\/0b\/1490_Duerer_Bildnis_von_Barbara_Duerer_geb._Holper_anagoria.JPG\" width=\"475\" height=\"618\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Albrecht D\u00fcrer, &#8220;Bildnis von Barbara D\u00fcrer, geb. Holper&#8221;, 1490, \u00d3leo sobre painel de carvalho<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>4 &#8211; Vincent Van Gogh, Retrato da m\u00e3e do artista (1888)<\/h2>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o de Van Gogh \u00e0 arte foi atrav\u00e9s de sua m\u00e3e, ela mesma uma artista amadora. Depois de anos de rela\u00e7\u00f5es tensas com membros da fam\u00edlia, Van Gogh compartilhou com entusiasmo algumas de suas obras que achava que sua m\u00e3e mais apreciaria, de flores e cen\u00e1rios naturais. Nesta pintura, Van Gogh captura a natureza digna e orgulhosa de sua m\u00e3e. Este retrato foi pintado a partir de uma fotografia em preto e branco, na qual Van Gogh inseriu cores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 493px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/a\/a5\/Van_Gogh_-_Bildnis_der_Mutter_des_K%C3%BCnstlers.jpeg\/800px-Van_Gogh_-_Bildnis_der_Mutter_des_K%C3%BCnstlers.jpeg\" width=\"483\" height=\"636\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Van Gogh, &#8220;Bildnis der Mutter des K\u00fcnstlers&#8221;, 1888, \u00d3leo sobre tela<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>5 &#8211; Paul C\u00e9zanne, a m\u00e3e do artista (1867)<\/h2>\n<p>A m\u00e3e de C\u00e9zanne, Anne Elisabeth Honorine Aubert (1814\u20131897), era &#8220;vivaz e rom\u00e2ntica, mas r\u00e1pida para se ofender&#8221;. Foi dela que C\u00e9zanne obteve sua concep\u00e7\u00e3o e vis\u00e3o de vida. Seu pai, Louis-Auguste C\u00e9zanne, era um pr\u00f3spero chapeleiro que, em 1848 fundou com um s\u00f3cio o Banco C\u00e9zanne &amp; Cabassol, o \u00fanico existente em Aix, cujo crescimento trouxe fortuna \u00e0 fam\u00edlia. A m\u00e3e, Anne-Elisabeth-Honorine Aubert, havia sido oper\u00e1ria da f\u00e1brica de chap\u00e9us de Louis-Auguste, com quem se casou em 1844, quando Paul j\u00e1 tinha 5 anos.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 503px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.hungertv.com\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/the-artist-s-mother-1867.jpg\" width=\"493\" height=\"694\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Paul C\u00e9zanne, &#8220;The Artists Mother&#8221;, 1867<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>6 &#8211; Pablo Picasso, Retrato da M\u00e3e do Artista (1896)<\/h2>\n<p>Certamente quando viste este retrato fant\u00e1stico em pastel seco, nunca imaginaste que se trata de uma obra de arte de Pablo Picasso, o artista mais famoso do s\u00e9culo XX, pois \u00e9 conhecido como o precursor da Corrente Cubista.<\/p>\n<p>Uma das obras que mais impressiona \u00e9 o &#8220;Retrato da M\u00e3e do Artista&#8221;, feito em 1896. Picasso retrata sua m\u00e3e desde quando ele tinha apenas 15 anos. Aos 20 anos Picasso muda seu estilo e come\u00e7a com um est\u00e1gio de paleta azulado (1901-1904), seguido pelo est\u00e1gio rosa (1905), o est\u00e1gio negro ou pr\u00e9-cubista (1908-1917) e finalmente um estilo cl\u00e1ssico ou Ingresco (1918-1924). Atualmente esta obra encontra-se no Museu do artista de Barcelona e dizem que os espectadores do museu contemplam durante horas esta obra emblem\u00e1tica.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 541px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.hungertv.com\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/picasso.jpg\" width=\"531\" height=\"669\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Pablo Picasso, &#8220;Portrait of the Artist&#8217;s Mother&#8221;, 1896\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>7 &#8211; James McNeill Whistler, Retrato da M\u00e3e do Artista (1871)<\/h2>\n<p>Arranjo em cinza e preto n\u00ba 1 , tamb\u00e9m chamado de Retrato da M\u00e3e do Artista \u00e9 uma lembran\u00e7a, mesmo que apenas por seu duplo t\u00edtulo da estiliza\u00e7\u00e3o que Whistler submeteu \u00e0 est\u00e9tica realista de seus primeiros anos.<\/p>\n<p>Anna McNeill Whistler, m\u00e3e de James, est\u00e1 vestida com um longo vestido preto com uma touca de renda branca simples, sentada de perfil, a olhar fixamente para a frente e a segurar um len\u00e7o branco no colo. Na parede atr\u00e1s dela, aparece uma reprodu\u00e7\u00e3o de Vista do Tamisa, de Whistler. A obra, na sua austeridade linear e rigor crom\u00e1tico dominado por tons neutros, foi uma continua\u00e7\u00e3o da experimenta\u00e7\u00e3o de Whistler com gravuras, para a qual View of the Thames pendurado na parede \u00e9 uma alus\u00e3o.<\/p>\n<p>O padr\u00e3o floral de inspira\u00e7\u00e3o japonesa na cortina \u00e0 esquerda denota o conhecido interesse do artista pela est\u00e9tica japonesa. A assinatura estilizada da borboleta de Whistler \u00e9 apenas vis\u00edvel no canto superior direito desta cortina.<\/p>\n<p>A acuidade psicol\u00f3gica do retrato \u00e9 transmitida de forma poderosa pela composi\u00e7\u00e3o deliberadamente reduzida.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 565px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/1\/1b\/Whistlers_Mother_high_res.jpg\/800px-Whistlers_Mother_high_res.jpg\" width=\"555\" height=\"494\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">James McNeill Whistler, &#8220;Arrangement in Grey and Black No. 1&#8221;, 1871, oil on canvas.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>8 &#8211; Umberto Boccioni, Minha m\u00e3e (1907)<\/h2>\n<p>Esta pintura foi feita por Umberto Boccioni, em 1907, em P\u00e1dua, onde o artista se juntou a sua m\u00e3e e irm\u00e3, que hospedadas estavam l\u00e1. Permaneceu nesse local at\u00e9 abril do mesmo ano, quando se mudou para Veneza. Foi durante suas visitas \u00e0 Bienal de Veneza, que Boccioni adotou essa linguagem art\u00edstica. Tanto &#8220;Ritratto della madre&#8221; quanto &#8220;Ritratto di Virgilio Brocchi&#8221; retratam as figuras, capturadas em ambientes internos, com pinceladas soltas no estilo p\u00f3s-impressionista.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 596px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.artribune.com\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/UMBERTO-BOCCIONI_Ritratto-della-Madre_1907_olio-su-carta-applicata-su-tela_34x50.5_Galleria-Arte-Moderna-Milano.jpg\" width=\"586\" height=\"391\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Umberto Boccioni, &#8220;Ritratto della madre&#8221;, 1907, \u00f3leo sobre carta<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>9 &#8211; Andy Warhol, July Warhola (1974)<\/h2>\n<p>Julia Warhola (J\u00falia Varholov\u00e1) era a m\u00e3e de Andy Warhol. Ela nasceu em uma fam\u00edlia de camponeses na aldeia Rusyn de Mikova, \u00c1ustria-Hungria (agora no nordeste da Eslov\u00e1quia), e se casou com Andrej Varhola l\u00e1 em 1909. Ele emigrou para os Estados Unidos logo depois, e em 1921 ela o seguiu para Pittsburgh, Pensilv\u00e2nia. O casal teve tr\u00eas filhos: Paul, John e Andy.<\/p>\n<p>Julia gostava de cantar can\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas tradicionais de Rusyn, ela tamb\u00e9m gostava de pintar. Seu assunto favorito eram anjos e gatos. Ela tamb\u00e9m fazia bordados e outros artesanatos, como buqu\u00eas de flores feitos \u00e0 m\u00e3o em latas e papel crepom. Durante a \u00e9poca da P\u00e1scoa, ela decorava ovos na tradi\u00e7\u00e3o Pysanka.<\/p>\n<p>Em 1966, Andy fez um filme chamado Mrs. Warhol (preto e branco, 66 minutos). Mostra Julia em seu apartamento no por\u00e3o da casa de Andy no papel de \u201cuma estrela de cinema envelhecida e per\u00f3xido com muitos maridos\u201d, incluindo o c\u00f4njuge mais atual, interpretado por Richard Rheem. Andy a segue com sua c\u00e2mera enquanto ela realiza suas rotinas dom\u00e9sticas di\u00e1rias.<\/p>\n<p>Em 1971 ela voltou para Pittsburgh e morreu um ano depois. Ela est\u00e1 enterrada, ao lado de seu marido e perto de seu filho Andy, no cemit\u00e9rio cat\u00f3lico bizantino de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista em Bethel Park, um sub\u00farbio ao sul de Pittsburgh.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 520px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_FpkvrKlCScY\/SlsJyeCc10I\/AAAAAAAAEp4\/8kBYPCDFzxM\/s1600\/warhol-julia-warhola-1974.jpg\" width=\"510\" height=\"517\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Andy Warhol, &#8220;Julia Warhola&#8221;, 1974, serigrafia<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>10 &#8211; C\u00e2ndido Portinari, Minha M\u00e3e (1938)<\/h2>\n<p>Composi\u00e7\u00e3o nos tons escuros de terras, azuis e preto e nos tons ocre e branco. Textura lisa. Retrato de busto da m\u00e3e do artista, j\u00e1 de certa idade, contra fundo liso e escuro. A retratada est\u00e1 de frente, ligeiramente voltada para a esquerda. Tem rosto arredondado, cabelos para tr\u00e1s, sugerindo estarem presos. Testa larga, com marcas mostrando a idade avan\u00e7ada, sobrancelhas bastante marcadas, olhos amendoados voltados para frente. V\u00ea-se a orelha esquerda, parte encoberta pelos cabelos. Nariz longo, um pouco largo, l\u00e1bios fechados e finos, queixo arredondado e pesco\u00e7o grosso com marcas, vendo-se a sua volta o decote rente do vestido preto que usa. Os ombros est\u00e3o cortados pelas margens laterais do suporte. O fundo escuro e o vestido preto contrastam com o rosto da retratada, vendo-se luz incidindo sobre a sua face esquerda.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 523px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/d3swacfcujrr1g.cloudfront.net\/img\/uploads\/2000\/01\/004676001019.jpg\" width=\"513\" height=\"617\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Portinari, &#8220;My mother&#8221;, 1938, \u00f3leo sobre tela<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>11 &#8211; Lucian Freud, O descanso da m\u00e3e do pintor III (1977)<\/h2>\n<p>The Painter&#8217;s Mother III \u00e9 um de uma s\u00e9rie de dezoito retratos da m\u00e3e do artista, Lucie Freud, que ele fez em seu est\u00fadio em Thorngate Road em Maida Vale, Londres, entre 1972 e 1984. A s\u00e9rie inclui dez pinturas, cinco desenhos e tr\u00eas \u00e1guas-fortes e Lucie sentou-se mais de mil vezes para os retratos ao longo de uma d\u00e9cada, com as sess\u00f5es durando entre quatro e oito horas e cada retrato a levar v\u00e1rios meses para ser conclu\u00eddo.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 537px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/allpainters.org\/wp-content\/themes\/paint\/paintings\/full\/the-painter-s-mother-resting-iii-1977.jpg\" width=\"527\" height=\"426\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Lucian Freud, &#8220;The Painter\u2019s Mother Resting III&#8221;, 1977, \u00f3leo sobre tela.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>12 &#8211; Mrs. Robert S. Cassatt, the Artist&#8217;s Mother (1889)<\/h2>\n<p>Este \u00e9 o \u00faltimo de uma s\u00e9rie de retratos que Mary Cassatt pintou de sua m\u00e3e. Cassatt usou pinceladas soltas associadas ao impressionismo para retratar sua m\u00e3e idosa em uma pose reflexiva. A Sra. Cassatt foi uma grande defensora da carreira de sua filha e mudou-se com a artista para a Fran\u00e7a em 1877. Mary Cassatt foi a \u00fanica mulher a participar da Quinta Exposi\u00e7\u00e3o Impressionista, realizada em Paris em 1880, um evento que impulsionou muito sua carreira.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 548px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/lh4.ggpht.com\/93g0ySIhyaYST5CyFriuCnPho6RMo5eN5i8zhU59KTWlyWd3AHtiX9gF3Fzl=s1200\" width=\"538\" height=\"773\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Mrs. Robert S. Cassatt, &#8220;Artist&#8217;s Mother&#8221;, 1889, \u00f3leo sobre tela<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>13 &#8211; Alfred Rethel, Retrato da M\u00e3e do Artista (1835)<\/h2>\n<p>Este trabalho inicial de Rethel, conhecido como o criador do Aachen Frescos, viria a se tornar uma refer\u00eancia do retrato alem\u00e3o no s\u00e9culo XIX. Pintado quando Rethel era aluno de Wilhelm von Schadow na Academia de D\u00fcsseldorf, seu estilo mostra claramente a influ\u00eancia dos nazarenos. A qualidade do retrato \u00e9 evidente na observa\u00e7\u00e3o minuciosa dos detalhes que traz o assunto para t\u00e3o perto do observador.<\/p>\n<figure class=\"thumbnail wp-caption alignnone\" style=\"width: 547px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.1st-art-gallery.com\/thumbnail\/382000\/382095\/painting_page_800x\/Rethel\/Portraits-Of-The-Artists-Mother.jpg?ts=1505655060\" width=\"537\" height=\"753\" \/><figcaption class=\"caption wp-caption-text\">Alfred Rethel, &#8220;Portraits of the Artist&#8217;s Mother&#8221;, 1835, \u00f3leo sobre tela<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De Rembrandt a Van Gogh, selecionamos treze artistas que pintaram suas m\u00e3es, para celebrarmos este primeiro domingo de maio. 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