REMEMORANDO TUNGA

O artista brasileiro Tunga – o primeiro artista contemporâneo a expor suas obras no Louvre, em Paris – morreu aos 64 anos. Tributos vindos do mundo das artes lamentaram a perda do artista, que trabalhou com escultura, performance e vídeo, nunca se esquivando do caráter muitas vezes surreal de suas obras.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, Adriana Varejão o classificou como “um artista visceral, um alquimista”, enquanto Waltercio Caldas afirmou que o Brasil perdeu um de seus maiores artistas. O curador Hans-Ulrich Obrist postou uma imagem de tributo no Instagram, enquanto a diretora da Frieze, Victoria Siddall, escreveu no Twitter: “Triste ao saber da morte de Tunga, artista brasileiro que tinha apenas 64 anos e continuava fazendo um grande trabalho”.

Tunga, nascido Antonio José de Barros Carvalho e Mello Mourão em Palmares, PE, é um dos artistas contemporâneos mais conhecidos do Brasil. Ele representou o país na Documenta 10, em 1997, e estava entre os quatro artistas que representaram o Brasil na Bienal de Veneza de 2001. Sua instalação “A La Lumière des Deux Mondes”, de 2005, foi a primeira exibição de um artista contemporâneo no Louvre.

Sua instalação “Eu, Você e a Lua” será um dos destaques da Unlimited, na Art Basel 2016, que acontece agora, entre 13 e 19 de junho.

Fonte: Touchearte

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Coluna – Renato Rosa
Renato Rosa, brasileiro, São Gabriel, RS, Brasil, 1946. Marchand, pesquisador, editor do jornal cultural O PARALELO do site www.bolsadearte.com/oparalelo, co-autor do “Dicionário de Artes Plásticas no Rio Grande do Sul”, (2ª edição, 2000, esgotada) Editora da Universidade/UFRGS.

One Reply to “REMEMORANDO TUNGA”

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