Uma pessoa me perguntou o motivo de tantas postagens que faço pois ela não entendia meus motivos porque ela não estaria “ligada em tantos assuntos”. Como saber o que passa na feliz ou infeliz vida de uma criatura quando não se tem o dom da adivinhação? De imediato, o que se impõe é a minha liberdade de expressão e no momento seguinte preciso considerar o sentimento alheio. Tenho a firme convicção de que sou movido e tomo garrafas gigantescas de Simancol, mas assim, direto.
E como se não bastasse uso muita geléia de Sifragol no café da manhã para me manter alerta durante o dia. Penso que tanto o Facebook quanto o Whatsapp são meios poderosos e extraordinários de comunicação, duas criações absolutamente geniais e por ter esse grau, digamos assim, de consciência é que uso essas ferramentas. Mas ela me pergunta se não seria também um caso de solidão, digamos que sim, que possa verdadeiramente ser. Mas, felizmente, no grau consciente (e conveniente) que estimo ter, afirmo que não.
Concordo ou discordo, filtro boas lições diárias através desses meios, recebo carinho, amor, solidariedade, uma gama infinda de possibilidades e porque não mergulhar e surfar nessa onda? Ah…mas às vezes encontramos certas pedras no caminho e quando isso ocorre, elimino o incômodo que supostamente me tornei, com um método muito simples : trato de bloquear a quem trouxe incômodo.
Simples assim. Não sofro nada.
Deste modo a vida (a minha) continua. Isso me faz lembrar uma passagem do filme “Nunca aos domingos” no qual o personagem vivido pela genial Melina Mercury conta fábulas resumindo tudo a uma frase mais ou menos assim : “- E no final foram todos para a praia”, mesmo após as maiores tragédias.
Não é uma maravilha esse Facebook? E o Whatsapp então?
Concluindo : a gente tem que nadar no mar das afinidades. Mar, gigantesco mar sem fim.
Enviado do meu smartphone Samsung Galaxy.

