CCB celebra Dia Mundial da Poesia

CCB . 21 março . sábado . 10h30 às 19h00 . Centro de Reuniões

Entrada livre em todas as salas, sujeita à lotaçãomáxima.

 

Propomos uma celebração da poesia em língua portuguesa com a presença de poetas e leitores de poesia, atores, cantores e artistas vários. Instalações, projeções, transmissões e, sobretudo, leituras ao vivo, a solo ou coletivas – muitas formas para que a poesia possa ser escutada.

O CCB é neste dia uma casa feita de versos de poetas diversos e nela faremos uma celebração, não só da poesia que está nos poemas, e dos poetas que os escreveram, mas sobretudo da poesia que está do lado dos que leem os poemas ou dos textos que podem nem ser poemas, do lado dos leitores, e dos que a descobrem por acaso, se calhar, quando menos a procuram.

«A poesia não tem hora e lugar marcado. Não é pública nem mundana, mas secreta e incerta. A poesia pode não estar no poema anunciado: “Silêncio, que vamos ler poesia”. Tal como o humor, que pode não estar na anedota que se conta para fazer rir, mas antes, se calhar, no falhanço da anedota, a poesia pode estar no falhanço do recital. A poesia pode estar no que não se lê, no verso esquecido, no verso mal lido, no não ouvido, no silêncio ou no que se vê: no olhar da rapariga da última fila, no chapéu do homem que acabou de entrar, no encontro que não se deu entre aquela mulher e aquele homem, na esquina onde eles não se encontraram. A poesia pode não estar no recital, mas sim no que no recital é ruído, distração ou acaso».

ROTEIRO PARA SE PERDER NO DIA MUNDIAL DA POESIA

 

UMA INTRODUÇÃO QUE PODE SER LIDA COMO UMA PROVOCAÇÃO

Nuno Artur Silva

Sala Fernando Pessoa, Piso 2, 10h30 > 11h

FEIRA DO LIVRO DE POESIA

Receção principal, Piso 1, 11h > 19h

VOZ, 75 VIDEOCLIPS A PARTIR DE POEMAS DA LITERATURA PORTUGUESA

Bengaleiro Norte, Piso 1, 11h > 18h

PALAVRA FUTURO

Sala Luís de Freitas Branco, Piso 1, 14h30 > 15h30 e 16h > 17h

AS ESCOLAS, AS ESCOLHAS. ESSA OUTRA (ESTRANHA) POESIA

Sala de Leitura, Piso 1, 11h > 12h30

CONSTITUIÇÃO DA POESIA PORTUGUESA

Sala de Leitura, Piso 1, 14h > 15h30

E SE DE REPENTE O ZEPPELIN DAS CINCO PASSASSE PELO BURACO DA AGULHA?

Sala de Leitura, Piso 1, 16h30 > 18h

PATERSON DE JIM JARMUSCH

Sala Almada Negreiros, Piso 2, 11h > 13h15

AMOR EM CHÁVENA FRIA – HISTÓRIAS DO MELANCÓMICO

Sala Almada Negreiros, Piso 2, 16h30 > 17h15

ENCLAVE

Sala Almada Negreiros, Piso 2, 17h15 > 18h30

ERA PARA SER UMA CANÇÃO

Sala Sophia de Mello, Breyner Andresen, Piso 2, 11h30 > 13h

100 ANOS DE LISBON REVISITED, DE ÁLVARO DE CAMPOS

PESSOA REVISITADO POR LISBOA REVISITADA

Sala Sala Sophia de Mello Breyner Andresen, Piso 2, 15h > 16h

CANÇÕES DAS CIDADES

Sala Sophia de Mello Breyner Andresen, Piso 2, 18h > 19h

OH, NÃO! LÁ VÊM OS POETAS DO COSTUME (COM AS CITAÇÕES DO COSTUME…)

Sala Fernando Pessoa, Piso 2, 14h > 15h

A POESIA DE YVETTE CENTENO

Sala Fernando Pessoa, Piso 2, 15h30 > 16h30

A POESIA DE ALBERTO PIMENTA

Sala Fernando Pessoa, 17h > 18h

OUVI-TE LER AQUELE POEMA NAQUELE DIA E NÃO DESCANSEI ENQUANTO NÃO O ENCONTREI

Sala Maria Helena Vieira da Silva, Piso 2, 11h30 > 13h / 14h30 > 16h / 16h30 > 18h30

POEMA RISCADO

Sala Amadeo de Souza Cardoso, Piso 2, 11h > 11h30 / 14h > 14h30 / 16h > 16h30

UMA CANÇÃO PARA OUVIR-TE CHEGAR

Sala Daciano da Costa, Piso 2, 11h > 18h

CANTO DO LEITOR ANÓNIMO

Sala Vianna da Mota, Piso 2, 11h > 18h

SALA DE LEITURA SILENCIOSA

(COM AUSCULTADORES DE ONDE SE OUVEM POEMAS)

Terraço da Sala Vitorino Nemésio, Piso 2, 11h > 18h