Crítica: TERAPIA DO AMOR

A diferença de idades conta no Amor? Um filme sobre relações amorosas convencionais e não convencionais. A associação feita pela terapeuta (bem interpretada pela actriz MERYL STREEP) entre uma relação amorosa convencional e uma relação amorosa religiosa gera grandes controvérsias, aliás, como a atitude desta personagem. Este filme é, ele mesmo, controverso e,     leva-nos a pensar a que ponto nos desligámos dos afectos e passámos a ser convencionais [ ou, como na música dos PINK FLOYD (banda de rock sinfónico), como nos tornámos “CONFORTABLY NUMB” (s) ]. Uma coisa é certa, as terapias como as descritas no filme são totalmente inutéis e, chegam mesmo a ser prejudiciais, se não se tomarem os devidos cuidados. O filme chama-nos, pois, a atenção para isso. Devemos vê-lo. Boas interpretações por parte dos actores.

Filme: TERAPIA DO AMOR
Realização: BEN YOUNGER
Argumento: BEN YOUNGER
Actores: MERYL STREEP / UMA THURMAN / BRYAN GREENBERG

Classificação(0 a 10): 6  estrela_pontestrela_pontestrela_pontestrela_pontestrela_pontestrela_pont

 

avatar_kamy_martinsColuna – Kamy Martins

Kamy Martins, portuguesa, Lobito, Benguela, Angola, 1968. Graduada em Matemática com formação em Fotografia e Cinema na Univesidade de Coimbra (PT), Mestre em Lingua Inglesa pela universidade de Cambridge (UK), jornalista e Crítica de Cinema, escreveu para o Jornal “IMPROP” da Associação dos Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, entre outros. Publicou em 2016 o livro de fotografia intitulado “Cascais Pela Lente de Kamy” onde apresenta um pouco do seu trabalho como fotógrafa e artista.

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