Crítica – A CARTA

A nostalgia de tempos antigos, em espaços palacianos, influenciam o comportamento dos personagens, que vagueiam numa importância perdida. O conceito de modernidade não se compadece dos sentimentos de amor e, a vontade frenética de estar acima dos outros é notória. PEDRO ABRUNHOSA aparece um pouco perdido no meio de grandes actores como CHIARA MASTROIANNI, LEONOR SILVEIRA e LUÍS MIGUEL CINTRA mas, desembaraça-se bem.
Diretor português Manoel de Oliveira falecido em 2015.

Poder-se-ia dizer que é um filme de diálogos, também sobre o Amor, ou melhor, um filme que nos faz interrogar sobre qual é o verdadeiro Amor. Por vezes, as opiniões dividem-se, outras vezes, coincidem. MANOEL DE OLIVEIRA no seu estado mais puro.

Classificação(0 a 10): 6 estrela_pontestrela_pontestrela_pontestrela_pontestrela_pontestrela_pont

avatar_kamy_martinsColuna – Kamy Martins

Kamy Martins, portuguesa, Lobito, Benguela, Angola, 1968. Graduada em Matemática com formação em Fotografia e Cinema na Univesidade de Coimbra (PT), Mestre em Lingua Inglesa pela universidade de Cambridge (UK), jornalista e Crítica de Cinema, escreveu para o Jornal “IMPROP” da Associação dos Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, entre outros. Publicou em 2016 o livro de fotografia intitulado “Cascais Pela Lente de Kamy” onde apresenta um pouco do seu trabalho como fotógrafa e artista.

One Reply to “Crítica – A CARTA”

  1. Ab fab my gooldy man.

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