Prémio de 15 mil euros para escritores de ficção, até 31 de julho

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A Estoril Sol volta a instituir, este ano, o Prémio Literário Fernando Namora, em homenagem ao grande escritor de Língua Portuguesa, apesar da complexa crise pandémica que o País atravessa. O prazo de recepção das obras concorrentes termina,
pelo segundo ano consecutivo, no próximo dia 31 de Julho, tendo em conta os condicionalismos impostos pela Covid-19. O Júri será presidido por Guilherme D`Oliveira Martins.

O Prémio Literário Fernando Namora, na sua 24ª edição, destina-se a galardoar uma obra de ficção (romance ou novela), de autor português, editada em 2020, desde que o escritor não tenha sido premiado nas três edições anteriores. Instituído pela Estoril Sol, em 1988, este prestigiado galardão tem o valor pecuniário de 15 mil euros, sendo de periodicidade anual.

Francisco José Viegas, com o seu romance “A Luz de Pequim”, foi o vencedor, por unanimidade do júri, em 2020. Em acta, o júri registou que “A Luz de Pequim” é um “romance de avaliação de experiências passadas e incertezas actuais”, distinguindo-se como ”uma obra que interroga o tempo e o que fazermos dele. O que nos fica é, sobretudo, um conjunto complexo de personagens e das respectivas vidas, com os seus conseguimentos e os seus fracassos”.

É de sublinhar que Mário de Carvalho (1996 e 2008) e Teolinda Gersão (2001 e 2015) foram duas vezes galardoados. Nas anteriores edições, foram distinguidos, ainda, João de Melo, Maria Isabel Barreno, Urbano Tavares Rodrigues, Manuel Alegre, Armando Silva Carvalho, António Lobo Antunes, Nuno Júdice, Miguel Real, Mário Cláudio, Luísa Costa Gomes, Gonçalo M. Tavares, Paulo Castilho, José Eduardo Agualusa, Bruno Vieira do Amaral, Afonso Cruz, Ana Cristina Silva, Carlos Vale Ferraz e Julieta Monginho.

O Júri, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que preside, em representação do CNC – Centro Nacional de Cultura, integra, ainda, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo, José Carlos de Vasconcelos e Liberto Cruz, convidados a título individual, além de Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.

 

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